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quinta-feira, 18 de julho de 2013

PL 3688/2000

O projeto de Lei 3688/2000, que prevê a inserção de profissionais da Psicologia e do Serviço Social na rede pública de educação básica, foi aprovado por unanimidade na manhã desta quarta-feira (10) pela Comissão de Educação (CE) da Câmara dos Deputados.
Na semana passada, houve um impasse durante a votação na CE por conta do empate de dez votos a favor e dez contra o projeto. Nesta quarta, foi realizada nova votação, após a relatora ter refeito o relatório, que não alterou a essência do PL.
“É uma vitória porque a Comissão de Educação reconhece a contribuição que a Psicologia e o Serviço Social têm dado e podem dar ainda com mais intensidade para a garantia do direito à educação de crianças e adolescentes brasileiros”, comemora o presidente do Conselho Federal de Psicologia, Humberto Verona.
De acordo com o conselheiro do CFP, Celso Tondin, a participação da (o) psicóloga (o) será regulamentada em uma perspectiva institucional que contemple a atuação nas políticas públicas de educação, sob uma ótica participativa, envolvendo estudantes, professores, famílias e comunidade, superando a noção das práticas clínicas que culpabilizam os indivíduos. Tondin destacou ainda a fundamental participação e contribuição da relatora do PL, Deputada Keiko Ota, no processo.
O projeto segue agora para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e depois para o plenário da Casa.

sábado, 13 de julho de 2013

Sigmund Freud - A Invenção da Psicanálise (1997)

Faculdades Maria Thereza lançam Pós-Graduação em Psicoterapia Breve Reichiana

As Faculdades Maria Thereza (FAMATH) em parceria com a Neurofocus Psicoterapias abrem as inscrições para a pós-graduação em Psicoterapia Breve Reichiana. As aulas serão ministradas aos sábados, das 8h às 17h, a partir do dia 24 de agosto, em Niterói (RJ). Com carga horária de 390 horas, o curso é voltado para formandos e profissionais de psicologia e de medicina, e tem como diferencial aliar a teoria à prática.

Os coordenadores são os especialistas em orgonoterapia: o psiquiatra João Paulo Lyra, com doutorado em Saúde Pública, e a psicóloga Frinéa Brandão. A maioria do corpo docente tem mestrado e doutorado, além dos professores que possuem ampla experiência na abordagem reichiana e título de especialista.

“Iremos avaliar ao longo do curso quais são os alunos mais empenhados para realizarem estágio supervisionado e remunerado em clínica no Centro do Rio, com atendimento por plano de saúde”, conta Frinéa sobre o cuidado em apoiar os alunos na formação de carteira de pacientes.

Serão utilizadas abordagens metodológicas com atualização constante, análises críticas fundamentadas teoricamente, modernos métodos e práticas psicoterápicas, e as disciplinas são baseadas em estudos de casos. Como projeto de conclusão, os alunos irão apresentar casos clínicos para a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos.

O processo seletivo para o curso de pós-graduação lato sensu em Psicoterapia Breve Reichiana será realizado por meio de análise curricular e, se necessário, prova e entrevista. Investimento: R$ 280 mensais. As Faculdades Maria Thereza ficam na Rua Visconde do Rio Branco, 869, São Domingos, Niterói – próximo à estação das barcas. Mais informações: 0800 282 0890,FAMATH e GRUPO NEUROFOCUS.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Cronologia do PL do Ato Médico

Infográfico

Desde que o Projeto de Lei do Ato Médico foi apresentado pela primeira vez no Senado Federal, em 2002, o CFP luta e se mobiliza para que o PL não seja aprovado da forma como está, já que restringe a atuação dos outros profissionais da área e cria uma hierarquização em detrimento da multidisciplinaridade consagrada pelo SUS. Ao longo deste período, conjuntamente com os Conselhos Regionais e outros conselhos da saúde, participou de inúmeras manifestações.
O Conselho Federal de Psicologia tem tido, historicamente, uma atuação destacada na defesa de temas de interesse coletivo e não corporativos na área da saúde. Um dos assuntos que mais preocupa a categoria no momento é o Projeto de Lei nº 268/2002, o qual se convencionou chamar de Ato Médico.
Desde o início de sua tramitação, o CFP e diversas categorias da saúde pública no Brasil, se mobilizaram pela não aprovação da matéria, que interfere no exercício de outras profissões da saúde. O CFP sempre esteve à frente das manifestações, como a que reuniu mais de 50 mil pessoas em atos realizados em diversas cidades e capitais brasileiras, em 2004.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Presidenta Dilma veta parcialmente o PL do Ato Médico

Vitória da Saúde: Psicologia comemora decisão corajosa da presidenta Dilma ao vetar parcialmente o PL do Ato Médico

CFP inicia campanha pela manutenção dos vetos pelo Congresso

Na quarta-feira (10), a presidenta Dilma Rousseff, vetou parte do Projeto de Lei que, ao regulamentar a Medicina, interferiria nas atividades das outras categorias da Saúde. O CFP saúda a decisão da presidenta e comemora o fato de os vetos valorizarem o trabalho multiprofissional na Saúde e, em especial, no Sistema Único de Saúde.
Esta é uma vitória do esforço de mobilização das e dos profissionais da Psicologia que, ao lado das diversas profissões de Saúde, mantiveram aceso por 11 anos o debate sobre o tema. Nos últimos meses, a categoria atuou nas ruas e na internet de forma excepcional, garantindo a exposição do tema na sociedade.
O principal problema do projeto era o inciso 1º do artigo 4, que previa que a formulação do diagnóstico e a respectiva prescrição terapêutica seriam atividades privativas dos médicos, ou seja, determinaria que só eles poderiam diagnosticar doenças e decidir sobre o tratamento. No caso da Psicologia, as psicólogas e psicólogos não poderiam mais diagnosticar transtornos mentais.
Assim, o CFP apoia a decisão da presidente Dilma que, em seu veto, defendeu o Sistema Único de Saúde e a atuação integrada dos profissionais da área. A presidente ressaltou que a sanção do texto “poderia comprometer as políticas públicas da área de saúde, além de introduzir elevado risco de judicialização da matéria”. Vale destacar, ainda, que nenhum ministério emitiu parecer favorável ao projeto.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Uma boa metáfora

Do blog de 

PSICANÁLISE E ARTE


Uma boa metáfora da luta contra o ATO MÉDICO é a luta contra os vinte centavos.  Vimos todos que a questão é imensamente maior, o buraco é mais embaixo.  Não lutamos contra os médicos, eles são nossos colegas e companheiros, precisamos deles tanto quanto eles precisam de nós. Nossa luta é contra uma mentalidade reducionista, que se propõe a criar castas. Estas foram criadas desde que o mundo é mundo para dominar e impor. Seria a criação de uma elite. Pergunto-me, precisamos de elites onde quer que seja, e de uma no campo da saúde? O ATO MÉDICO viria decompor o que é necessário ser composto, e não decomposto. Fragmentar o campo da saúde adoeceria a todos, não apenas aos pacientes que nos procuram por seus sofrimentos, mas aos profissionais da saúde. O ATO MÉDICO...